SINTRACOOP-AL

SINACRED NÃO APRESENTA NENHUMA PROPOSTA A TRABALHADORES EM COOPERATIVAS DE ALAGOAS




Reunidos na sede da Fenatracoop em Brasília nesta quarta-feira (16/08), dirigentes do sindicato nacional das cooperativas de crédito - Sinacred não apresentaram nenhuma contraproposta para Convenção Coletiva de Trabalho para trabalhadores do ramo crédito de Alagoas. A proposta foi entregue pelo Sintracoop – AL com as reivindicações da categoria, porém na reunião de hoje, os representantes da entidade patronal não trouxeram resposta, mesmo tendo recebido as solicitações do sindicato laboral. Segundo o presidente do Sintracoop - AL, Raphael Miguel, isso é um descaso com a categoria. “O Sinacred já recebeu há um bom tempo as nossas reivindicações e vir para a reunião sem trazer nenhum retorno é um verdadeiro descaso com os trabalhadores. É uma demonstração que o patronal não está nada preocupado com a categoria, deixando de lado as nossas solicitações”, afirmou.

Participaram da rodada de negociação por parte do Sinacred o seu presidente, Ricardo Blanc e José Augusto, consultor jurídico da entidade e dos sindicatos laborais estavam presentes o presidente do Sintracoop – AL, Raphael Miguel, Fabio Viana, presidente do Sintracoop – MT e José Jair dos Santos, diretor financeiro do Sintracoop – MS representando seus respectivos estados. O Sinacred apresentou uma contraproposta a Fenatracoop e aos sindicatos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas que foi rejeitada pelos diretores, pois esperavam uma oferta satisfatória por parte do patronal.

Raphael Miguel considerou que o Sinacred tem agido com desdém em relação aos trabalhadores alagoanos e afirmou que não vai deixar os trabalhadores sendo tratados com tanta indiferença. “Estamos há meses tentando negociar com o sindicato patronal, que não tem demonstrado e devido valor e respeito que os trabalhadores do ramo crédito merecem, vamos tentar novamente uma rodada de negociação e caso não consigamos nada satisfatório vamos tomar outras medidas, o que não pode é o trabalhador ficar meses esperando seus reajustes e o patronal ficar fazendo pouco-caso das negociações”, encerrou.



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